quarta-feira, 20 de maio de 2009

Entre Dostoiévski, Heloíse, muito trabalho e boas histórias de amor

Além de Dostoiévski, estou lendo o romance em construção de Ewerton. Ele veio aqui em casa hoje e passamos a madrugada nos divertindo ao criar novas aventuras e delírios para Heloíse. Problema da semana: nunca foi tão difícil achar um professor de inglês. Pôxa, será que é tão complicado assim achar um professor com especialização que queira ganhar menos de 500 reais para trabalhar várias noites numa faculdade há uns bons quilômetros de Brasília e que, logo na contratação já manda avisar que paga com atraso e não aceita reclamações???? Em que mundo nós estamos, será possível?
Assisti novamente o belo filme de Julio Medem, Os amantes do círculo polar. As coincidências e as reviravoltas do destino se desenham com muita delicadeza neste drama trágico e tão bem cuidado. Foi estranho me sentir velha ao descobrir que este é um filme de 1998. Mais de dez anos atrás, e eu lembro da primeira vez que o vi e nunca consegui tirar da cabeça as imagens de Oto quando criança, correndo atrás de uma bola e enviando aviõezinhos de papel pela janela da escola. A despeito de estar velha ou não, é bom saber que sempre será possível inventar novas e bonitas histórias de amor.
Fora isso, preciso de férias...

4 comentários:

Otávio Lago disse...

Parece que o amor retratado na arte nos deixa apaixonados... e a gente percebe que também ama! E depois esquece.
Isso é triste, mas bonito.

Emília disse...

MAIS UM FILME Q EU ASSISTI, GOSTEI, MAS NÃO ME LEMBRO DE QUASE NADA... TENHO POBREMA GRAVE NA CABEÇA... PRECISO REVE-LO... BJO.

Helder disse...

Quero muito ver esse filme!!!
Espero que seja tão bom quanto o 'Lucia e o sexo' do mesmo diretor... filme lindo sobre a criação artística e também sobre o amor

poeta disse...

Bem, bem... terei que assistir, afinal de contas é sempre bom saber o que anda vendo sua orientadora... hehehehehehe.